quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Sem lenço, sem documentos.!

Caminhando contra o vento, sigo as curvas de um novo som, um novo olhar. Danço e corro, o brilho nos meus olhos, meu sorriso não pode negar. Já não sei falar de amor, e não falo também de mim. E as curvas de Santos, não posso tocar. Ondas, ondas de um sonho bom, de praia e sol. Ondas de sonhos e canções, um dia frio e o luar, um beijo e um pranto, encanto e demodê. E ainda as curvas, tão seus meus lábios, amor serei.